terça-feira, 28 de setembro de 2010

Equinócio de Outono


O Equinócio é o instante em que o Sol, no seu movimento anual aparente, cruza o equador celeste. A palavra de origem latina significa "noite igual ao dia", pois nestas datas dia e noite têm igual duração.
Ocorreu no dia 23 de Setembro às 3:09 h. Nesse momento o Sol está ao zénite sobre o equador, ou seja, os seus raios estão perpendiculares ao equador.

sexta-feira, 19 de março de 2010

Equinocio de Março

Termina o Inverno e a Primavera começa quando o sol está ao zenite no equador. Este ano, o Equinócio da Primavera acontece sábado, 20 março no 1:32 pm EDT. A aparente migração dos raios diretos do sol ocorre por causa da inclinação do eixo da Terra e o movimento da Terra em torno do sol.

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

CATASTROFE NATURAL NA MADEIRA


No dia 20 de Fevereiro uma perturbação frontal vinda de Sul atingiu a ilha da Madeira, com nuvens cumulo-nimbos de 10 km de altitude com elevada instabilidade. Caíram fortes precipitações em curto espaço de tempo, o que associado a fortes declives, provocaram aquilo a que se chamam cheias torrenciais. Aliás uma das ribeiras com cheia, dá por nome de Ribeira Brava, sinal da sabedoria do povo, que o tempo vai erodindo na memória dos homens.

As três ribeiras afectadas têm regime torrencial e por isso, deveria ter existido outro cuidado no ordenamento do território, no mínimo, não construir em leitos de cheia, obstruindo-os, criando impermeabilização e potenciando a velocidade e caudal do escoamento. Outro aspecto foi a desflorestação na parte montante das bacias, diminuindo a capacidade de retenção e aumentando a rapidez de resposta da rede hidrográfica.

Como noutras situações, é por vezes lastimável que tenham que existir perdas de vidas para que algo mude.



sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

SISMO NO HAITI PROVOCA CATÁSTROFE HUMANITÁRIA

No dia 11 de Janeiro um sismo de magnitude 7, seguido de várias fortes réplicas, atingiu o Haiti e provocou mais de uma centenas de milhares de vítimas. Para já, estimam-se mais de 100 mil mortos. O primeiro-ministro afirma que o número de vítimas poderá ultrapassar as 500 mil pessoas.

Cerca de três milhões de pessoas - um terço da população do Haiti - terão sido atingidas pelo sismo, revelou durante a tarde a Cruz Vermelha Internacional. O departamento de estado norte-americano disse que espera um "número avultado de vítimas" .

As Nações Unidas estão já a preparar uma operação de socorro internacional em larga escala para o Haiti, que foi ontem abalado por um sismo de magnitude 7.0 na escala de Richter.
Até ao momento, não há número de vítimas oficial, mas devido à fragilidade das habitações na região, o governo acredita que os danos serão imensos. Grande parte da população da ilha vive em situação miserável, em pequenos casebres, sendo que toda a cidade era descrita na CNN como um "enorme bairro de lata. O número oficial de vítimas é ainda impossível de determinar, mas a Cruz Vermelha Internacional estima que o sismo violento tenha afectado mais de três milhões de pessoas e calcula que o número de mortos ascenda os mil.
Cerca de 200 pessoas são dadas como desaparecidas sob os escombros de um grande hotel de Port-au-Prince, que desmoronou na sequência do violento sismo de terça-feira no Haiti, declarou hoje o secretário de Estado francês para a Cooperação, Alain Joyandet.
adaptado do Ionline

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Comemoram-se os 20 anos da queda do Muro de Berlim



Por Margarida Marques no Correio do Minho:

"Comemorámos no dia 9 de Novembro os 20 anos da Queda do Muro de Berlim. Quando falamos da Queda do Muro de Berlim não falamos apenas de uma realidade física, um muro físico construído, e do atravessamento livre do muro por dezenas de milhares de cidadãos do leste europeu que se lhe seguiu, mas de uma realidade política. A Queda do Muro de Berlim tem um valor político simbólico fortíssimo e com consequências politicas imensas.
É o resultado de um percurso anterior de oposições aos regi-mes dos países da Europa Central e de Leste mas é simultaneamente o início de uma nova realidade, um desafio enorme para a Europa e para o Mundo.

Na Polónia, o papel do SolidarnoÊç de Lech Walesa e o papel do Papa. Na Hungria com o Primeiro-ministro Miklos Ne-meth em 1988, a abertura da fronteira com a Áustria em 2 de Maio de 1989 e o pic-nic organizado em Agosto desse ano nessa fronteira. A revolução de veludo da Checoslováquia com a Carta 77, em que Vaclav Havel era o primeiro signatário, e o Fórum Cívico. Na ex-RDA, a saída massiva de alemães de leste para o ocidente através da fronteira austro-húngara já aberta; a contaminação da opinião publica pelo espírito de abertura de Michael Gorbatchov; os movimentos de massas em Liepzig. São apenas alguns exemplos do que foram as iniciativas políticas que criaram condições para a democratização desses países. Foram os cidadãos destas na-ções, as sociedades civis que combateram regimes autoritários e que se empenharam na construção de sociedades democráticas. As grandes mutações ocorridas não foram o resultado de confrontos militares a que a Europa e particularmente a Europa Central e de Leste estava habituada, mas sim o resultado destes movimentos sociais.

A Queda do Muro de Berlim criou uma nova realidade. Acelerou todas as análises que se faziam na altura. A Queda do Muro estava no horizonte, mas mais para o inicio do século XXI reconheceu Gorbatochov, nas comemorações que tiveram lugar em Berlim no próprio dia 9 de Novembro, enquanto líder da URSS e fazedor do processo de abertura a leste.
Alguma imprensa internacio-nal de referência, na altura, atribuiu um valor relativo à Queda do Muro. Poucos foram os que na altura conseguiram prever as suas consequências. Mas este acontecimento ultrapassou tudo o que se poderia prever na altura e podemos dizer que acelerou a história.

Assistimos à chamada abertura a leste, à criação de sociedades democráticas, à consolidação das democracias em países da Europa Central e de Leste. E à adesão desses países à União Europeia (UE). Esses países tiveram vontade e iniciativa política de integrarem a UE; a União Europeia abriu-lhes as portas. Aí nasceu uma outra Europa. Uma Europa que passou de 15 para 27 países, de 350 para 500 milhões de cidadãos. Uma Europa com mais peso no quadro mundial, mais diversa, mas também mais complexa.

Ao olharmos para este período da história de Europa, temos a sensação de estarmos a olhar para algo de muito semelhante ao que se tinha passado antes com países da Europa do sul, como a Grécia primeiro e depois Portugal e Espanha. Sociedades autoritárias que se democratizaram e cujos países se tornaram membros da União Europeia. É importante lembrar-mo-nos que quando Portugal pede a adesão à União Europeia, com o Primeiro-Ministro Mário Soares, Portugal usa dois tipos de argumentos: a consolidação da democracia em Portugal (estávamos em 1977) e o desenvolvimento económico. Os pedidos de adesão dos novos países que se tornaram Estados-Membros da União Europeia recorriam igualmente a estes argumentos. Sentimos o reviver deste período da nossa história.

Neste ano de 2009 comemoramos a Queda do Muro de Berlim, mas comemoramos também 5 anos do maior alargamento de sempre.
É um dever de memória e de cidadania comemorar a Queda do Muro de Berlim. "

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Novo Ano Escolar 2009-2010

Começo por saudar todos os meus alunos neste novo ano lectivo. Espero que aproveitem ao máximo a vossa passagem nesta escola, quer do ponto de vista didáctico quer lúdico.
Quanto a este espaço, aproveitem-no da melhor maneira, especialmente os materiais que aqui vou deixando. Posso ainda criar aqui outras aplicações que me solicitem.

Bom Ano Lectivo.

quinta-feira, 16 de abril de 2009

FOI ASSIM A ORIENTAÇÃO NA ESCOLA

Pelas 9:30h da manhã do dia 16 Abril, decorreu a actividade de Orientação Na Escola, organizada pelo Prof. de Geografia Luis Gamito, integrada na semana aberta. Participaram 10 equipas de dois elementos com alunos de 7º e 8º.

Os vencedores foram o Miguel Pires e o Rui Fernandes do 7ºH

No segundo lugar classificaram-se o Bruno Matos e o Rui Costa do 7ºH.

O terceiro lugar foi obtido por Alice Paiva e Elisa Paiva do 8ºB.

A actividade decorreu de forma muito positiva com a visível satisfação dos participantes. Cumpriu-se o objectivo de dotar os alunos com as competências da orientação e estimular o trabalho de equipa.










Um agradecimento à excelente participação de todos.